domingo, 2 de julho de 2017

TUDO O QUE PROCURARAM EM LULA ENCONTRARAM EM AÉCIO NEVES

sábado, 14 de janeiro de 2017

Empresas investigadas na Operação Cui Bono? receberam ao menos R$ 4,3 bi no esquema na CAIXA | Blog do Rei

Os valores estão registrados publicamente em diferentes documentos
 
Os valores estão registrados publicamente em diferentes documentos, como demonstrações contábeis e atas de reuniões de diretoria, das quatro maiores empresas investigadas pela PF: JBS e sua holding J&F, Bertin e Marfrig. Elas fazem parte do que o mercado chama de "campeões nacionais", grupo beneficiado, nos governos do PT, com financiamento de bancos públicos para fazer fusões e aquisições e se tornarem líderes em seus setores. 

 Os procuradores entendem que havia um esquema organizado de crime na Caixa que atingia duas áreas: a de pessoas jurídicas, sob o comando de Geddel, e a do FI-FGTS, fundo com recursos do trabalhador que é gerido pela Caixa. Quando Geddel estava na Caixa, o frigorífico JBS recebeu um financiamento de R$ 1,8 bilhão.

Já sua holding, a J&F, recebeu R$ 500 milhões por meio de uma emissão de debêntures que foi totalmente adquirida pela Caixa. 

Na época, o mercado questionou os juros, considerados favoráveis à empresa. A área de infraestrutura do grupo Bertin contou ao menos com R$ 1,6 bilhão, liberado para as obras do Rodoanel de São Paulo. O Bertin já foi a maior exportadora de carnes do País e vendeu essa área para a JBS, numa operação que gerou controvérsia por causa de outro financiamento de banco público. 

Fonte:  Época NEGÓCIOS | Empresa

domingo, 1 de janeiro de 2017

Recuperação do Brasil: Lava Jato no STF, Crise, Brexit e Trump deixam cenário incerto para 2017 – Administrador de Sonhos

mc_meirelles_ajustefiscal_201608243938_0_38_3492_2286

Com a delação do fim do Mundo nas mãos do ministro do STF, Teori Zavascki, esse início de 2017 segue como uma incógnita no que diz respeito a economia e a recuperação do emprego no Brasil. O fato da delação estar no STF não representa necessariamente uma preocupação para quem cometeu delitos, uma vez que a Corte Suprema do país tem em seu histórico o hábito de deixar prescrever ações que envolvam ´políticos com foro privilégiado, e esse dado é o que complica a vida dos brasileiros comuns, uma vez que a incerteza do andamento da operação Lava Jato e as respectivas punições aos corruptos e corruptores deixam o Brasil engessado no tange sua recuperação.
 



Fatores externos, como a gestão de Donald Trump e a saída da Grã Bretanha da União Européia, também são complicadores que podem atrasar a recuperação da nossa economia. O ano novo chega trazendo consigo um rosário de incertezas, muitas duvidas e poucas, muito poucas certezas para os brasileiros. 
Fonte: Crise e Lava Jato deixam cenário incerto para eleições de 2018

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Dívidas de empresas e famílias atrasam recuperação da economia, afirma Meirelles – Torres Gêmeas

"Se uma crise é enfrentada rapidamente, com as famílias e as empresas com situação financeira em ordem, o país se recupera logo", afirmou ministro



O endividamento das empresas e das famílias é o grande responsável pelo atraso na recuperação da economia, disse hoje (14) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. 

 Ele afirmou que a demora na tomada de medidas para enfrentar uma crise que dura dois anos tornou mais longo o processo de recuperação. Ele reafirmou que a economia voltará a crescer em 2017, principalmente a partir do segundo semestre.
 
“Esse é o padrão no mundo todo. Se uma crise é enfrentada rapidamente, com as famílias e as empresas com situação financeira em ordem, o país se recupera logo. 

A crise atual começou em 2014, mas só começou a ser combatida em 2016, quando havia muitas empresas afetadas e gente demitida”, explicou o ministro em seminário promovido pelo jornal Correio Braziliense.  

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Fragilizado, Governo deve lançar ainda esta semana uma agenda positiva para o país – Politica


Um dos principais motivos para a queda de popularidade do Governo é o fraco desempenho da economia brasileira. Segundo Denise Campos de Toledo, o Governo, fragilizado, deve lançar uma agenda positiva.